Divulgação
O enorme FatBoy, da designer Jukka Setala, tem capa de nylon, recheio de isopor e é daqueles bons para deitar e relaxar (a venda na Benedixt)

Os pufes voltaram!

por Fernanda Peruzzo
Redondos, quadrados, durinhos, molengas, pequenos ou verdadeiras camas de tão grandes. Qualquer desses adjetivos serve para qualificar e identificar os pufes que voltaram a ocupar espaço de honra nas lojas.

Com faixa de preço tão variada quanto sua ampla gama de cores, formas e texturas, os pufes são a saída em conta para quem quer dar cara nova à decoração da sala, quarto ou escritório. Em lojas populares e grandes magazines de decoração é possível encontrar modelos a partir de 50 reais. Feiras de artesanato também costumam apresentar boas pechinchas.

As lojas de decoração mais bacanas são as opções para os bolsos mais avantajados. Nelas se encontram modelos clássicos do design contemporâneo, como o italiano Sacco, que está completando 40 anos, e modelos clássicos com acabamento de muita qualidade.

Além de servirem de assento, os pufes são ótimas mesas laterais, mesas de apoio central, apoio para os pés e até mesmo guarda-trecos (sim, alguns modelos vêm com essa opção de estocagem!).

Os modelos pequenos do tipo baú são ideais para ambientes pequenos. Primeiro porque são mais um local de armazenagem de objetos. Segundo porque são versáteis e de um instante para outro acomodam os visitantes confortavelmente, e com estilo.

Ambientes maiores podem acomodar peças grandes. Uma boa opção para quem dispõe de espaço são os pufes em tamanho GGG que são excelentes poltronas de leitura e ótimos assentos para ficar completamente à vontade durante horas.


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