O verão está chegando e os elegantes sobretudos, meias-calças e tailleurs são jogados no fundo do armário para dar lugar às saias e vestidinhos floridos. Mas mesmo sendo essa a época mais esperada do ano, é preciso saber quando e onde usar determinadas roupas, principalmente quando o assunto é trabalho.
Por mais que os vestidos e blusinhas da moda sejam bonitos e femininos, no ambiente de trabalho é preciso formalidade para transmitir uma imagem de seriedade e competência tanto para o seu chefe e subordinados quanto para os clientes.
Por mais que seu corpo esteja com “tudo em cima” e que seu emprego permita usar roupas mais despojadas, ao ir trabalhar com uma saia curta ou um decote muito acentuado, você pode passar uma mensagem errada.
O conselho é guardar seus decotes e estampas caprichadas para quando for sair com os amigos ou fazer qualquer coisa que não seja relacionada à sua profissão. No ambiente de trabalho, quanto menos atenção você chamar para as suas “curvas”, melhor. O ideal é que seu corpo não seja o foco das atenções, mas sim o seu desempenho e competência.
Abaixo seguem algumas dicas do que não usar no ambiente de trabalho.
Blusas: diga não aos decotes em “V” aprofundados, blusas tomara que caia e regatas com alças finas.
Saias: o limite é um pouco acima do joelho. Três ou quatro dedos é a medida máxima para o padrão formal. Mais curto do que isso é vulgar. Nada de saias muito justas que mostrem mais do que deveriam.
Vestidos: esqueça as estampas muito coloridas. A regra aqui é a mesma: nada de decotes e comprimento no máximo um pouco acima do joelho.
Cabelo e maquiagem: todas nós sabemos que lidar com o cabelo é difícil. No calor, então, nem se fala. Mas, por mais que a dificuldade aumente, é preciso manter o cabelo bonito e bem arrumado. Quanto à maquiagem, aposte nos tons nude, mais suaves. Nada de sombra colorida ou batons muito escuros. Nesses quesitos, não se esqueça: “menos é mais”.
Vale lembrar que o respeito dos clientes, fornecedores e colegas de trabalho é resultado da forma como nos portamos diante deles. À medida que não nos importamos com a roupa que vestimos, deixamos que a nossa imagem seja moldada pela imaginação de quem nos vê.

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