O mundo tem evoluído a cada segundo. Novas tecnologias aparecem o tempo inteiro e, junto delas, novos modelos de trabalho, novos desafios, novas exigências, novas demandas, novos jeitos de suprir cada novo desejo. Com isso, surge uma insegurança muito comum dentre os profissionais que é o medo da obsolescência.
Quem nunca comprou uma tevê, por exemplo, e, em seguida, arrependeu-se por ver que uma nova tecnologia televisiva foi desenvolvida, deixando aquela nova aquisição praticamente obsoleta? Exageros à parte, isso acontece muito comumente no meio corporativo.
Ideias surgem a todo o momento e, ao mesmo tempo em que uma empresa implanta um novo serviço, outras já estão pensando em seus próximos avanços. E, obviamente, o mesmo também ocorre com os profissionais.
A cada novo formando, seja de graduação, pós-graduação ou mestrado, outro profissional mais antenado já está ingressando num novo curso reconhecido por ser o mais original de todos os tempos.
A impressão que temos é de que nunca estaremos suficientemente de acordo com as novas regras do mercado de trabalho. Nunca seremos bons o suficiente para atender às expectativas de nossos empregadores, pois sempre haverá alguém à frente do nosso tempo. A verdade é que não dá para nos tornarmos reféns do medo de ser obsolescência. O melhor a fazer é sempre buscar atualização, constante aperfeiçoamento e tentar sempre estar a par do que acontece no mundo lá fora.
Não dá para negar que é humanamente impossível conhecer todos os novos processos. Mas, convenhamos, conhecimento é algo que só adquirimos indo em busca deles, seja na academia, seja nos livros ou noticiários. Conversar e conviver com pessoas cultas e/ou antenadas às novidades do mundo também é uma boa tática, já que elas sempre terão algo de bom a nos agregar. O importante é sempre buscar crescimento.

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